
Bem. Pra começar, vou falar sobre o que me motivou a escrever mais isso que não sei nomear. Eu estava pensando sobre o que o mundo quer de mim. O que ele espera que eu faça? Como quer que me comporte? É uma das minhas dúvidas daquelas que me deixam com nada mais do que mais perguntas se tento adquirir respostas.
Vamos tentar uma inversão da pergunta. O que espera uma pessoa como eu do mundo? Sinceramente. Eu quero ir atrás de uma resposta.
Não, prezado leitor. Não precisa me mandar e-mail ou postar algum comentário com tentativas de explicar a minha indagação. Eu só estou refletindo por hobby (peguei pesado). A minha reflexão, já disse, ela não responde, mas decompõe as perguntas.
Quando digo que vou atrás de uma resposta, não quero dizer que tenho o intuito de encontrá-la; vou apenas na direção da resposta. Semelhante ao paradoxo de Zenão, parece-me que quanto mais me aproximo da solução, mais ela se esquiva de mim.
Mas, finalmente, o que espero do mundo?
É difícil responder a essa pergunta assim, notepadizando, enquanto minha mãe se deleita com um filme de Mazzaropi na sala da casa. Não consigo pensar muito bem nessas condições.
Mas, pra não deixar os leitores de graça, vou fazer uma forcinha daquelas que a gente faz sentado depois de um dia sem beber água. O resultado, contudo, espero que seja mais útil.
Depois continuo. Agora tenho que dormir que amanhã tenho que estar prontinho cedo pra a faculdade.
Vamos tentar uma inversão da pergunta. O que espera uma pessoa como eu do mundo? Sinceramente. Eu quero ir atrás de uma resposta.
Não, prezado leitor. Não precisa me mandar e-mail ou postar algum comentário com tentativas de explicar a minha indagação. Eu só estou refletindo por hobby (peguei pesado). A minha reflexão, já disse, ela não responde, mas decompõe as perguntas.
Quando digo que vou atrás de uma resposta, não quero dizer que tenho o intuito de encontrá-la; vou apenas na direção da resposta. Semelhante ao paradoxo de Zenão, parece-me que quanto mais me aproximo da solução, mais ela se esquiva de mim.
Mas, finalmente, o que espero do mundo?
É difícil responder a essa pergunta assim, notepadizando, enquanto minha mãe se deleita com um filme de Mazzaropi na sala da casa. Não consigo pensar muito bem nessas condições.
Mas, pra não deixar os leitores de graça, vou fazer uma forcinha daquelas que a gente faz sentado depois de um dia sem beber água. O resultado, contudo, espero que seja mais útil.
Depois continuo. Agora tenho que dormir que amanhã tenho que estar prontinho cedo pra a faculdade.
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