Onde me esconder do teu desejo?
Como te conter o ímpeto?
Como não te querer, já querendo
Dominado, indefeso?
Pra onde vou, se não para os teus braços?
Onde mato minha sede se não nos teus lábios?
Minha fome, como saciar senão com o manjar do teu corpo?
Meu desejo, em que outra figura posso projetá-lo se não na tua?
Que brilho é esse que tens?
Que de mim abusa como a uma mariposa
Cega na noite, confiando no brilho das estrelas
Faz da tua luz seu farol
E, andando em espiral, acaba se queimando
Nesse calor que incandesce o teu corpo
Como te conter o ímpeto?
Como não te querer, já querendo
Dominado, indefeso?
Pra onde vou, se não para os teus braços?
Onde mato minha sede se não nos teus lábios?
Minha fome, como saciar senão com o manjar do teu corpo?
Meu desejo, em que outra figura posso projetá-lo se não na tua?
Que brilho é esse que tens?
Que de mim abusa como a uma mariposa
Cega na noite, confiando no brilho das estrelas
Faz da tua luz seu farol
E, andando em espiral, acaba se queimando
Nesse calor que incandesce o teu corpo
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